Evento terminou no domingo ao som dos Alphavilhe e com fogo de artificio. Ao todo foram 23 dias de festa que trouxeram milhares de visitantes de todo o país e do estrangeiro a Águeda

Águeda transformou-se, durante 23 dias, num palco gigante onde aconteceu de tudo um pouco, para vários tipos de públicos, desde concertos, espetáculos culturais, passando pela animação de rua, as atividades desportivas e lúdicas, sem esquecer as instalações artísticas, que atraíram à cidade milhares de visitantes, de todo o país e estrangeiro. “O AgitÁgueda superou todas as expetativas”, disse Edson Santos, Vice-Presidente da Câmara de Águeda, para quem este “foi o melhor Agitágueda de sempre”.

“O evento mais colorido e aguardado do ano excedeu as expetativas, quer em termos de visitantes e públicos, quer na qualidade dos espetáculos”, disse ainda Edson Santos, acrescentando que foi notório, visível e “altamente recompensador ver a alegria das pessoas e a forma como viveram estes dias extraordinários em Águeda; as pessoas já tinham saudades e isso notou-se muito claramente”.

O Vice-Presidente da Câmara de Águeda destaca ainda o envolvimento e disponibilidade, tanto no meio artístico como associativo e “todos aqueles que participaram de uma forma direta ou indireta no evento”, o que se refletiu na dinâmica vivida ao longo de 23 dias intensos e vibrantes.

“Retorno muito positivo”

Para o Vice-Presidente da Câmara de Águeda, o retorno conseguido, no final destes 23 dias, é “sem dúvida muito, muito positivo”, seja pelo “elevado número de visitantes, que levam uma imagem de Águeda muito boa, de bem-receber, de alegria contagiante e de uma forte dinâmica cultural e artística”, ou “pela promoção do território” que estes visitantes fazem e ainda pelo “impacto económico que a enchente de pessoas nas ruas proporciona, com o correspondente aumento de vendas nas lojas e comércio local, restauração e hotelaria”.

Nestes 23 dias, pela cidade mais colorida do país, passaram grandes nomes da música nacional e internacional, como Pedro Abrunhosa, Rui Veloso, ou os Guano Apes, L7NNON e os Alphavilhe, que encerram o festival no domingo.

A par da música, o AgitÁgueda envolveu animação de rua (como o Carnaval Fora d’Horas, o Color Day, o Mad Parade), videomapping, o bodypainting, o concurso das Estátuas Vivas e o dos chapéus, bem como a dinamização com os ranchos folclóricos a percorrem as ruas ou ainda a Feira de Artesanato, a arte urbana e a instalação dos guarda-chuvas coloridos, a imagem de marca de Águeda, que é reconhecida internacionalmente.

Uma das novidades este ano e apostas estratégicas relacionada com a fruição do rio foi a disponibilização de uma piscina fluvial, que, a par das atividades náuticas, permitiu “trazer uma vida nova ao rio, algo que era pedido pela população já há muitos anos”. Um anseio dos aguedenses que foi concretizado e que, nos próximos anos, “poderá ter um impacto ainda maior no evento e na cidade”, disse Edson Santos, que considera esta “uma aposta ganha”.

O equipamento vai continuar disponível durante o mês de agosto e, após o verão, poderá ser utilizado em outras atividades, nomeadamente em provas desportivas.

De referir que as instalações artísticas que decoram os “céus” da cidade, tanto na parte “alta” como “baixa”, vão permanecer até setembro.

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