António Martins, deputado municipal pelo CDS/PP em Águeda, reitera a ideia de que “é preciso dar exemplos” e que “o município tem de equacionar os seus investimentos tendo em conta o momento complicado que estamos a atravessar”.

Defendeu que “a barriga dos portugueses neste momento manda mais que o centro de artes de Águeda, orçado em 3 milhões de euros” e que as câmaras deveriam “contribuir um bocadinho, cortando nos investimentos, por forma a que o governo não entre tanto no bolso dos portugueses”.

António Martins considerou ainda que Águeda “dispensa a A32 que o governo nos quer dar”. Defendeu que “não é necessário gastar tanto dinheiro para resolver os problemas das acessibilidades do município” e que “há uma coisa que Águeda não dispensa: a ligação Águeda-Aveiro”.

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