A Auranca – Associação do Ambiente e Património da Branca – manifesta, em comunicado, o seu apreço ao governo e à empresa Estradas de Portugal (EP) pela decisão de não adjudicar a construção das Auto-Estradas do Centro onde se inclui a construção da A32 que irá ligar Coimbra a Oliveira de Azeméis.

Como “a não adjudicação da obra não altera em nada a vontade do governo em construir a A32”, a Auranca, “consciente de que a concretizar-se a construção da A32 a nascente da freguesia da Branca a mesma irá destruir irreversivelmente o seu património paisagístico, social, económico e cultural, manter-se-á atenta ao desenrolar do processo, nunca abdicando da defesa dos interesses da população”.

Para aquela associação, “a luta iniciada em Novembro de 2008 não terminou com a decisão da não adjudicação da obra”. Por isso, “ultrapassado o período eleitoral, a Auranca reforçará a luta que vem travando, continuando a denunciar os graves erros e omissões do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), documento que resultou na Declaração de Impacto Ambiental e na decisão de construir a auto-estrada a nascente da freguesia”.

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