A feira semanal e o mercado municipal em Águeda vão funcionar dentro do que tem sido “normal” mas com “os cuidados recomendados” nos fins-de-semana de recolher obrigatório a partir das 13 horas, devido a integrar a lista de concelhos de risco definidos pelo Governo.

Jorge Almeida, presidente da Câmara Municipal de Águeda, contactado pelo Região de Águeda, referiu que a fiscalização estará no local do mercado e da feira, este sábado, a partir das cinco horas da madrugada, para verificar o cumprimento das normas de segurança. Entre as quais está a criação de circuitos com zonas de entrada e de saída, para procurar que os utentes não se cruzem, e também pontos de higienização.  

Um despacho municipal indica que o comércio a retalho e a prestação de serviços podem estar abertos a partir das 8 horas aos sábados e domingos, até às 13 horas. Já nos dias de semana, o limite para o encerramento dos estabelecimentos é às 22 horas.

O mesmo despacho refere ainda que fora do horário compreendido entre as 8 e as 13 horas “são suspensas as atividades em estabelecimentos de comércio a retalho e prestação de serviços, aos sábados e domingos”, com exceção das seguintes:

“a) Os estabelecimentos de venda a retalho de produtos alimentares, bem como naturais ou dietéticos, de saúde e higiene, que disponham de uma área de venda ou prestação de serviços igual ou inferior a 200 metros quadrados com entrada autónoma e independente a partir da via pública;

b) Os estabelecimentos de restauração e similares, independentemente da área de venda ou prestação de serviços, desde que exclusivamente para efeitos de entregas ao domicílio;

c) As farmácias;

d) As atividades funerárias e conexas;

e) Os serviços médicos ou outros serviços de saúde e apoio social, designadamente consultórios e clínicas, clínicas dentárias e centros de atendimento médico-veterinário com urgências;

f) As áreas de serviço e postos de abastecimento de combustíveis que integrem autoestradas, não sendo permitidas as atividades de cafetaria e restauração;

g) Os postos de abastecimento de combustíveis não abrangidos pela alínea anterior, exclusivamente para efeitos de venda ao público de combustíveis e abastecimento de veículos e desde que no âmbito das deslocações autorizadas ao abrigo do artigo 3.º do Decreto n.º 8/2020, de 8 de novembro;

h) Os estabelecimentos de prestação de serviços de aluguer de veículos de mercadorias sem condutor (rent-a-cargo) e de aluguer de veículos de passageiros sem condutor (rent-acar);

i) Os estabelecimentos que prestem serviços de alojamento;

j) Os estabelecimentos situados no interior de aeroportos situados em território nacional continental, após o controlo de segurança dos passageiros.”

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