César Marques, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa/Águeda sublinhou, durante a recepção da equipa cinotécnica na Câmara de Águeda, que “a preparação de socorro às vítimas depende da preparação e da formação que recebemos, Cruz Vermelha e Bombeiros” e que “estes exercícios devem fazer-se com mais frequência”.

Disse ainda que “em Águeda não é habitual mas é preciso intensificar estes treinos para que a prontidão do socorro seja imediata”, falando da necessidade de uma cooperação com os Bombeiros de Águeda, os quais não participaram no simulacro de soterramento.

Jorge Almeida, também responsável pela Protecção Civil municipal, tinha anteriormente falado em “trabalhar em conjunto” para aumentar a capacidade operacional. Voltou a usar da palavra para afirmar que, no divórcio CVP – Bombeiros, “estamos a resolver, pois não há má vontade de nenhum dos lados”.

(informação completa na edição impressa)

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