A Associação Empresarial de Águeda apelou ao ministro da Economia para, através dos serviços que tutela, promover a “rápida descida do preço do gás natural com o objetivo de fomentar verdadeiramente as exportações de produtos portugueses”
A AEA enviou uma carta ao ministro da Economia, Pires de Lima, a manifestar o seu desagrado pelo facto do preço do gás natural não acompanhar a descida do petróleo.
Na missiva, Ricardo Abrantes lembra que as micro e PME’s estão a passar “momentos muitos difíceis e perdem competitividade, uma vez que o gás natural em Portugal não baixa e não acompanha a descida do petróleo, enquanto que nos outros países o preço do gás natural está a baixar significativamente”,
“As exportações portuguesas estão numa situação claramente desfavorecida face à concorrência feroz existente nos mercados internacionais, pelo que a manutenção do preço do gás natural vem acentuar a débil competitividade das nossas empresas e constitui um enorme entrave ao crescimento das exportações”, salientou o dirigente da AEA.
A AEA acusa ainda a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) de não fazer o seu papel regulador, defendendo que “esta é mais uma entidade ao serviço dos distribuidores e comercializadores de gás natural”, quando deveria proteger os consumidores de gás e assegurar a transparência e a correta fixação dos preços, o que efetivamente não acontece”.

Um comentário

  1. Viajante

    Julho 2, 2015 às 09:01

    E não contestam os baixos vencimentos que praticam?Esta parte é melhor não dizer porque fica mal na fotografia!

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