Os elevados preços da electricidade e gás natural, a não aprovação dos projectos QREN, as acessibilidades a Águeda, as dificuldades no acesso ao crédito bancário por parte das PME’s, impostos e atrasos na justiça foram os assuntos que estiveram em cima da mesa na reunião da Associação Empresarial de Águeda com o líder do CDS/PP, Paulo Portas.

De acordo com o presidente da AEA, Ricardo Abrantes, “o concelho de Águeda dá um contributo positivo de perto de 100 milhões de euros para a Balança Comercial e exporta cerca de 25% de tudo o que produz, cerca de 300 milhões de euros/ano”.

Ricardo Abrantes aproveitou a passagem de Portas pela associação para sensibilizar o CDS/PP para o facto de que “sem crescimento económico não há criação de postos de trabalho, não há competitividade internacional e, obviamente, não há criação de riqueza”.

(informação completa na edição impressa)

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