A Associação Empresarial de Águeda (AEA) enviou uma carta ao primeiro-ministro a protestar pelo “pelo aumento exagerado, injustificado e brutal dos preços da eletricidade”, considerando não haver razão para “em apenas 12 meses” o preço “tenha aumentado mais que o dobro para as empresas industriais, bem como para consumidores domésticos”.

O presidente Ricardo Abrantes considera que “este aumento é dramático para as empresas industriais, que não o conseguem fazer refletir nos preços dos produtos finais”, e que “isto vai afetar todos os consumidores de forma brutal”.

Aquele dirigente acusa a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) de “total inoperância, mostrando ser uma entidade ao serviço das empresas distribuidoras e produtoras”.

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