À secretária de Bruxelas de Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, deve já ter chegado nova missiva da Associação Empresarial de Águeda (AEA). Desta vez, para “sensibilizar” o português para “o grafitismo ilegal que tem proliferado pela Europa, com especial incidência nas localidades de forte cariz urbano”.

Para a AEA, “é lamentável que as edificações, públicas ou privadas, antigas ou recentes, sejam vandalizadas com rabiscos que degradam a imagem das zonas onde estão situadas, prejudicando o ambiente urbano e turístico que tanto se quer promover”.

Refere a AEA que, “mesmo em relação ao desenho graffiti, se há quem o considere uma forma de arte popular de rua, relativamente à qual até já têm sido concedido espaços para neles se mostrar essa forma de expressão artística, tal mostra não será admissível quando efectuada sem qualquer tipo de regra, não poupando monumentos, pontes, muros, edifícios e até comboios”.

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