Maria José Marques, coordenadora do projecto RIC Águeda, referiu ao RA (ler edição impressa) ter ficado “agradavelmente surpreendida ao testemunhar a forma exemplar como algumas empresas trabalham, lidam com os outros e valorizam momentos de reflexão e de aprendizagem mútua, como aqueles que proporcionámos no projecto”.

Porém, acrescentou, “com menos surpresa, pude também constatar as suas dificuldades competitivas, o esforço de auto-sobrevivência que fazem e algum sentimento de frustração e descrença relativamente às instituições”.

(informação completa na edição impressa)

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