Dúvidas sobre o modelo de convergência tarifária – os aumentos até 2014 estão definidos mas o social-democrata quis saber quanto se vai pagar já em 2010 – foi uma das muitas questões apresentadas por Hilário Santos na Assembleia Municipal que aprovou em definitivo a adesão de Águeda à nova empresa que vai gerir a água e saneamento na Região de Aveiro.

A “incerteza dos tarifários”, a “pressão do negócio” e o facto de “entregar ao Estado uma conquista nossa” foram argumentos utilizados por Hilário Santos para votar contra.

Defendendo que o assunto merecia ser alvo de um estudo e contestando a forma apressada como foi conduzido o processo, o social-democrata contestou ainda o facto das Águas de Portugal terem maioria no capital social (51% contra 49% dos municípios) e manifestou-se descrente na capacidade de gestão das Águas de Portugal. “Não acredito que o Estado consiga fazer melhor que as autarquias ou que os privados”.

(informação completa na edição impressa)

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