Erro administrativo ou não, presume-se que os cofres da Câmara Municipal de Águeda tenham menos 300 mil euros que foram indevidamente parar aos bolsos dos funcionários da autarquia.

O PSD defende que o vice-presidente da autarquia, Jorge Almeida, deveria suspender o seu mandato enquanto decorrem os inquéritos; o CDS-PP diz que a sessão extraordinária da Assembleia Municipal, na próxima semana, é “extemporânea”. Já o BE diz que tudo não passa de um erro grosseiro, mas que ainda assim executivo devia solicitar inspecção à IGAL. O PS, por sua vez, acusa o PSD de estar a tentar “criar dúvidas sobre a seriedade de processos da autarquia e fazer uma comparação absurda com que se passava no seu tempo”.

O RA, na edição impressa desta semana, tentou ir ao fundo da questão (páginas 4 e 5)

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