“Esta é uma vitória de Águeda sobre si mesma”, considerou Manuel Alegre, no tributo em honra ao escritor e político que esgotou a lotação do Cine-Teatro São Pedro. “Que esta cantata, que é um acto de coragem, sirva para unir”, disse, referindo-se à “grande tradição associativa” de Águeda.

No final do espectáculo, Manuel Alegre reconhecia o momento com emoção. Subindo ao palco, uniu as mãos em direcção aos 450 protagonistas e abraçou Luís Cardoso, autor da obra “Alma – Cantata Profana”.

Se inicialmente, como confessou, estava expectante em relação ao que se seguiria em palco, o escritor aguedense terá ficado rendido à Banda Marcial de Fermentelos (sob a direcção do maestro Carlos Marques), à mezzo-soprano Margarida Reis e aos grupos corais envolvidos no projecto: Coro Misto da Cruz Vermelha Portuguesa de Águeda, Coral Polifónico “Cantate Jubilo”, Coral “Espranjar” da Banda Nova de Fermentelos, Coral Jovem da ARCEL (Espinhel), Orfeão de Águeda, Orfeão da Associação Cultural de Recardães, Orfeão de Barrô e Orfeão do Paraíso Social de Aguada de Baixo.

(reportagem na edição impressa)

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