Mónica Oliveira Soares tem 15 anos, reside em Á-dos-Ferreiros, estuda na Escola Secundaria Adolfo Portela, no 10º. ano, e é atleta de andebol e foi considerada a melhor jogadora da Taça Latina

 

 

P> Como e quando se cruzou com o andebol?

R> Foi quando entrei para o 5ºano de escolaridade. O professor Rui Calhau convidou-me para fazer parte do desporto escolar e também da Casa do Povo de Valongo do Vouga (C.P.V.V.).

 

P> Ao longo do seu percurso são muitos os momentos em que se distinguiu, nomeadamente ao serviço da selecção. Qual o que teve um “sabor” mais especial para si?

R> Foi a Taça Latina, porque ganhámos a equipas mais velhas e por ter sido considerada a melhor jogadora. Também gostei muito de participar nos Jogos do Mediterrâneo na Turquia pela Juniores B, foi uma óptima experiência jogar com e contra jogadoras mais velhas.

 

P> Que projectos tem para o futuro e que papel gostaria que tivesse o andebol na sua vida?

R> Gostaria de ser atleta de alta competição, jogar ao mais alto nível.

 

P> É difícil conciliar a exigente prática desportiva com as restantes áreas da sua vida, nomeadamente a escola?

R> Sim, desde logo pelo facto de faltar muito as aulas. Mas tendo vontade tudo se consegue na vida. Até porque tenho aulas de apoio especiais para me ajudar a acompanhar a matéria nos dias em que falto.

 

P> O que representa para si a Casa do Povo de Valongo do Vouga?

R> A Casa do Povo de Valongo do Vouga é a minha terceira casa! Foi lá onde aprendi a ser quem sou. A minha equipa é como uma família. Gostava de aproveitar a oportunidade para agradecer aos treinadores, dirigentes e colegas de equipa, porque sem eles não tinha crescido nem teria chegado ao ponto que cheguei.

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