Foram inauguradas, no sábado, mais três exposições individuais e uma coletiva que integram o ciclo “O Desenho como Pensamento”, que se prolonga até maio.

Tratam-se das exposições individuais “Desenho Sumido”, de Tiago Baptista, patente no Espaço Santos e na ESTGA; “From The Ground Up”, de AnaMary Bilbao, para ver no salão de chá da Alta Vila; e “Linha de Água”, de João Louro, na sala estúdio do Centro de Artes de Águeda (CAA). Estas três mostras individuais vão estar patentes ao público até ao dia 30 de dezembro.

Foi ainda inaugurada a mostra coletiva “Mais nada se move em cima do papel”, com curadoria de Sara Antónia Matos, patente até dia 18 de abril, no espaço expositivo do CAA.

No decorrer das inaugurações, o presidente da câmara Jorge Almeida referiu-se à importância do ato numa altura em que a cultura enfrenta grandes dificuldades. “Estamos aqui hoje representa também um grito de alerta”, disse o edil.

Já Alexandre Baptista, diretor artístico do ciclo, agradeceu o “voto de confiança” do município no seu trabalho e deixou o repto para que outros ciclos sejam realizados “para que Águeda figure no mapa artístico do país”.

Todos foram unânimes no elogio à autarquia por, em tempos de pandemia, avançar com a realização do ciclo. Sara Antónia Matos, curadora, falou mesmo em “prova de resistência”.

Ciclo “O Desenho como Pensamento”

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