Os trabalhadores da Pavitecto e Primor, empresas do mesmo grupo, pediram a insolvência das empresas e rescindiram os seus contratos devido a ordenados em atraso.

Há funcionários que não recebem há três meses e vêem-se mesmo sem dinheiro para comer. O RA foi ao encontro dos trabalhadores, que se concentravam à porta da Pavitecto, e recolheu testemunhos preocupantes. (ler na edição impressa)

Nesse dia, a EDP tinha cortado o fornecimento de energia nas empresas e nas casas da empresa habitadas por trabalhadores.

(informação completa na edição impressa)

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